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O TESTEMUNHO, NOSSA MELHOR PALAVRA (I Pe 2, 4-10)

Queridos irmãos e irmãs a caminho!
Inicio a reflexão desta semana partilhando com vocês um pouco do que o Espírito Santo me permitiu viver nas últimas semanas.

Em Milão 450 pessoas de 24 países numa igreja inflamada pelo Espírito Santo com grande desejo de voltar às origens.
Em São José dos Campos 400 pessoas de 21 comunidades católicas em busca de uma renovação do jeito de ser igreja.
Enfim caros irmãos, os sinais dos tempos estão aí. O futuro da igreja está no seu passado e o passado da igreja está na sua origem, simples, envolvente, leve, flexível, servidora. Uma igreja de comunhão e missão. Não uma igreja de números e estatísticas, mas de gente comprometida com o estilo de vida cristão.

Jesus atraía as pessoas porque era o líder dos quatro “esses”: SUBMISSO AO SUPERIOR E SERVO DOS SUBORDINADOS. Ele sempre obedeceu ao superior (o Pai) e a realização da vontade do Pai foi sempre o seu ideal de vida.
Mas ele foi ao mesmo tempo servidor do povo. Chamou para si a responsabilidade de pastorear o rebanho e não decepcionou o Pai nem mesmo diante das maiores dificuldades.

Coloquemo-nos portanto todos em atitude de obediência a Deus e de serviço aos irmãos.
No texto bíblico de hoje Pedro nos lembra que Jesus é a pedra angular que sustenta o edifício. Se ele não for o alicerce da nossa vida, do nosso serviço e da nossa igreja nada terá sentido e tudo será difícil. Pelo batismo fomos escolhidos para ser como Ele. “Vós sois aqueles que antes não eram povo, agora, porém são povo de Deus, povo que alcançou a misericórdia de Deus.”

O Congresso de Leigos da Arquidiocese, que está acontecendo durante este ano é uma proposta para que os cristãos contagiem a cidade com os valores do evangelho, para ser:

 1- Luz e sal na cidade: Todos os fiéis são convocados pelo Senhor para, em comunhão, serem luz e sal na cidade. Você não consegue obrigar um cavalo a beber água. Mas se der a ele um pouco de sal, ele beberá água por si. Nossa missão é despertar a sede dos valores do Reino no coração das pessoas.

2 - Somos sal da terra – mas precisamos sair do saleiro! Na vivência cotidiana da cidade deve-se notar a presença de cristãos em seu seio, não apenas pelo uso de símbolos religiosos ou pelos seus templos lotados, mas também pela prática dos valores evangélicos.

3- As células paroquiais de evangelização não são mais uma Pastoral na Igreja, mas um modo de viver a Igreja voltando às suas raízes. Nossa tarefa, mais que fazer membros de células, é fazer discípulos de Jesus. Estas são um meio para realizar este mandato de Jesus (Mt 28, 19a).

4 – Enfim, se Cristo foi para a cruz para morrer pelos meus pecados, é preciso que eu vá para a cruz para fazer morrer o meu ego, para pregá-lo na cruz. Se morrermos na cruz, não perderemos a nossa identidade, mas ganharemos a nossa identidade original (imagem e semelhança de Deus).
Por isso, os Evangelhos e todo o Novo Testamento insistem na importância do amor fraterno, na partilha de bens, no amor aos inimigos, no serviço aos pobres e necessitados como próprios da natureza da vida cristã, já que não se trata de simples ideologia, mas de ato de fé que quer ser fiel à vivência de Jesus Cristo.

5- Seguimento do Mestre: Vivendo no Espírito, o discípulo  pode dizer: “Jesus é o Senhor” e colocar-se atrás dele, reconhecer que ele é quem abre o caminho, é ele quem comanda, dele é que se aprende, pois ele é o Mestre.
PARA REFLETIR:

  1. Qual a sua prática missionária que revela a sua adesão ao projeto de Jesus Cristo?

  2. O que podemos fazer concretamente, como leigos e leigas, para a expansão do Reino de Deus?

  3.  Em relação os “quatro esses”, com vai a nossa célula? Somos testemunhas dos valores do Reino de Jesus de Nazaré?

 

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