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JESUS APRESENTA O MODELO DA NOSSA MISSÃO (Mt 4, 18-20)

Estimados irmãos e irmãs. No encontro anterior a Sagrada escritura nos ajudou a entender que fomos feitos para uma missão. Nesta semana encontramos Jesus chamando os discípulos para  segui-lo e para tornarem-se pescadores de homens. O pronto seguimento de Jesus, a proximidade e a experiência com Ele é que vão fazer destes homens aquilo que Deus quer deles: “pescadores” de gente para o Reino.  
Hoje a igreja perdeu muito de sua força evangelística, mas como igreja não podemos esquecer de que a evangelização do mundo ainda é o nosso maior desafio. O evangelismo é o esforço que toda igreja deve fazer para alcançar o coração do homem com o testemunho da sua ação, com a vivência e o anúncio da Palavra de Deus.
Para entender melhor: o Evangelismo é:  

O EVANGELISMO NOS EVANGELHOS

Não se pode ler os evangelhos sem notar o interesse que Jesus dava às pessoas. Enquanto ensinava sobre os princípios do reino de Deus, ele procurava atingir cada ouvinte com suas palavras. Jesus nunca se preocupou com as multidões. Muitos dos seus ensinos foram dados à pessoas e não às multidões. De seus diálogos e encontros com as pessoas (Nicodemos, a mulher samaritana, o jovem rico, Zaqueu e tantos outros), podemos extrair algumas  características para exercer com excelência o trabalho de evangelizar os afastados:
1. Jesus sempre foi diligente em seu ministério evangelístico: Ao deixar o deserto, onde passou quarenta dias sob o fogo cruzado de Satanás, Jesus não recusou um diálogo com dois discípulos de João Batista que desejavam saber onde Jesus morava. Foram convidados a acompanhá-lo e permaneceram com ele todo aquele dia. Ler João 1, 35–39.
2. Jesus foi um evangelista paciente e determinado: Jesus não teve pressa em falar àqueles dois discípulos. Foi paciente e determinado. O seu alvo era conquistar aqueles dois corações para o reino de Deus. Quem se apressa a falar do evangelho acaba assustando as pessoas. Precisamos aprender a dar tempo ao Espírito Santo para que ele convença a pessoa, antes de nós a convencermos.
3. Jesus foi um homem cheio de compaixão: A força motora do evangelismo é a compaixão. Sem ela, o trabalho se torna frio, rotineiro e sem motivação. Uma igreja que não demonstra uma compaixão pelos perdidos, está perdida. (Mateus 14,14).
4. Jesus foi um evangelista sempre pronto a se dar em favor do pecador: Jesus nunca despediu uma pessoa sem antes abençoá-la. Estava sempre pronto a interceder pelos sofredores, a curar os enfermos, a conquistar vidas. Não comia, nem bebia até plantar o evangelho no coração dos seus ouvintes. (Mt 20, 25–28)
5. Jesus foi um evangelista não dispersivo: Ele nunca gastava tempo com divagações e especulações sobre doutrinas e costumes. Sabia a importância do seu tempo. Quando Nicodemos tentou desviar o assunto para os milagres que Jesus estava realizando, ele o confrontou com a verdade do novo nascimento. Ler João 3,3-5.
6. Jesus sempre foi compreensivo e perdoador: Quando impomos a nossa fé a alguém, ela se dissolve como açúcar na água. Não fomos chamados para ser juízes de ninguém. Quem deseja ganhar pessoas para Cristo precisa demonstrar um espírito compreensivo e cheio de perdão. Ler João 8, 1 –11.
7. Jesus foi um evangelista dinâmico: Além de percorrer as aldeias, as vilas e povoados levando a mensagem de salvação, ele estava sempre pronto a treinar e ensinar os seus discípulos. A igreja não pode se contentar apenas com as celebrações que realiza. Jesus não ordenou aos seus discípulos que construíssem templos em Jerusalém; que ficassem a espera de alguns eventuais visitantes. Pelo contrário, ele ordenou que eles saíssem a pregar e a fazer discípulos. Este dinamismo precisa ser ressuscitado no seio da igreja. Ler Mateus 28, 19; Marcos 16, 15.

PARA REFLETIR:

  • Qual a característica de Jesus enquanto evangelista que mais é difícil para você assimilar e praticar?

“O resultado real do evangelismo não é quantos entram no templo para adorar,
mas quantos saem para servir.”

 

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