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OS FRUTOS DA VINHA (Mt 21,33-43)

Irmãos e irmãs em Cristo, reunidos nas casas em nome do Senhor!

Com a graça de Deus iniciamos um novo mês. A igreja nos convida neste tempo a escutar com mais atenção a ordem de Jesus: “Ide fazei discípulos meus todos os povos” (Mt 28,19). Outubro é o mês por excelência de celebrar a nossa missão, de agradecer a Deus pela confiança que deposita em cada um de nós e de colocar o pé na estrada, indo ao encontro dos afastados, dos descrentes, dos que esperam encontrar-se com Jesus, enfim o mês de rever e nosso modo de “ser cristãos”.

No evangelho do último domingo vimos que Jesus contou uma parábola dirigida aos que tinham “a faca e o queijo na mão” e não aproveitaram a ocasião para espalhar o evangelho e a igreja pelas casas e ambientes da época.
Os homens do tempo de Isaías e também de Jesus eram muito piedosos, zelosos nas práticas religiosas, no respeito do sábado...
Mas não foi da falta disso que Deus se queixou...

Isaías resume a queixa de Deus nas palavras do dono da vinha:
"Esperei deles justiça, e houve sangue derramado; esperei retidão de conduta e o que ouço são os gritos de socorro de gente que foi explorada e maltratada..." (conf. Is 5,7).

Será que isso acontecia só no passado?
Ainda hoje devemos testemunhar diante do mundo, em gestos de amor, de acolhimento, de compreensão, de misericórdia, de partilha, de serviço, a realidade do Reino que Jesus veio propor. Não podemos reduzir tudo a apenas umas práticas religiosas. Diante da necessidade de revelar o rosto de Deus, de produzir frutos, de enfrentarmos o mundo, somos continuamente tentados a nos escondermos em nossa timidez espiritual, em nossas orações desligadas do compromisso prático de vida, em nossas desculpas.

1. Os guardas da vinha quiseram até se transformar em "Donos"...

Esse perigo não pode estar presente ainda hoje em nossas comunidades?
Não somos "donos", mas apenas administradores...
As responsabilidades que recebemos, seja no campo da fé, seja no campo da vida cotidiana devem ser sempre vistas como um serviço que prestamos ao mundo, às pessoas que nos cercam com o propósito de produzir frutos na vinha do Senhor, de entregar ao Senhor cestos cheios, e não cestos vazios.

2.  Uma Verdade consoladora, mas também um Alerta:
Diante do fracasso com alguns, Deus não desiste... Mas Ele recomeça com outros...
Por isso Jesus conclui dizendo que a "Vinha" não será destruída, mas os trabalhadores serão substituídos...
Que triste seria ouvir isso de Jesus: você não está produzindo frutos na sua vida, na sua família, na sua célula... você tem tudo e não está aproveitando a oportunidade... preciso entregar a vinha a outros... que pena.
Eu sempre me pergunto se estou produzindo frutos. Não devemos poupar esforços quando se trata do reino de Deus e da missão que Jesus nos confiou.

CONCLUSÃO

PARA REFLETIR
  1. Será que Deus está satisfeito com os frutos que estamos produzindo? 
  2. Que frutos estamos produzindo para a realização do Reino de Deus?
  3. O que está matando a mensagem de Jesus e seus mensageiros?

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