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O Advento convida-nos ao júbilo e à alegria, porque já está próximo o encontro com o Salvador.

1.“Alegrem-se o deserto e a terra seca, o campo floresça de alegria” (Is 35, 1).
Um insistente convite à alegria caracteriza a liturgia desta terceira semana do Advento.

Estamos todos esperando o NATAL DE JESUS, mas esta espera acontece dentro de um contexto de final de ano. Queremos deixar em ordem a “casa”, o escritório, os exames e trabalhos da escola, da faculdade, a prestação de contas, as reformas, pensamos nas férias, já estamos preocupados com o que vai acontecer em 2012 e etc... e, no entanto, a Palavra de Deus nos convida a viver esta espera com alegria e na certeza de que Jesus vem nos trazer novos ares, vem acalmar o nosso coração, vem nascer em nós.

Ao lado da vigilância, da oração e da caridade, o Advento convida-nos ao júbilo e à alegria, porque já está próximo o encontro com o Salvador.

Essa Palavra é a expressão de um povo, que acredita na renovação, porque Deus está aí.

Os retornados do exílio estão desanimados e sem esperança, pela frieza e hostilidade com que foram recebidos pelos habitantes de Jerusalém.

O povo espera dias melhores para breve.

E o Profeta anuncia ao povo oprimido a "boa notícia" da plena restauração da paz e da justiça e um ano de graça (jubilar) para restaurar a harmonia.

O Povo reage agradecido numa atitude de louvor e alegria.

A descoberta do amor e da presença libertadora de Deus sempre conduz ao louvor, à adoração, à alegria.

O profeta Isaías preanuncia os prodígios que o Senhor realizará em favor do seu povo, libertando-o da escravidão e reconduzindo-os à pátria. Com a sua vinda, realizar-se-á como que um novo e mais importante êxodo, que fará reviver em pleno o júbilo da comunhão com Deus. Para todos os que estão desencorajados e desconfiados ressoa a «boa notícia» da salvação: «os resgatados do Senhor sentirão uma alegria sem fim e a tristeza e o pranto fugirão» (cf Is 35, 10).

2. “Coragem! Não tenhais medo; eis o vosso Deus... Ele vem salvar-vos” (Is 35, 4). Quanta confiança infunde esta profecia messiânica, que deixa entrever a verdadeira e definitiva libertação, realizada por Jesus Cristo.

Está aqui a razão profunda da nossa alegria: Em Cristo completou-se o tempo da espera. Deus realizou, finalmente, a salvação para todo o homem e para toda a humanidade. Com esta íntima convicção, preparamo-nos para celebrar a festa do Santo Natal, acontecimento extraordinário que reacende nos nossos corações a esperança e a alegria espiritual. […]

Ele virá no silêncio, na humildade e na pobreza do Presépio e dará a sua alegria a quem lhe abrir o coração.

Avancemos, portanto, com espírito alegre e generoso para o Natal. Façamos nossos os sentimentos de Maria, que esperou o Redentor na oração e no silêncio e lhe preparou com cuidado o nascimento em Belém.

PARA MEDITAR

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