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A adoração – um PROPÓSITO das células (Jo 4,21-24)

(O que o texto diz para nós?)

Queridos irmãos e irmãs,

O propósito maior das nossas vidas é adorar a Deus. A Bíblia diz: “Ame o Senhor, seu Deus, com todo o coração, com toda a alma, com toda a mente e com todas as forças” (Mc 12,30). O propósito de Deus para o seu povo é o melhor, Deus quer que vivamos em adoração e em um relacionamento de intimidade com Ele. Hoje refletiremos sobre outro princípio das células que é a Adoração, fruto da nossa intimidade com Deus.

A essência da adoração, não está no como, onde e quando, mas sim no conhecimento do próprio Deus, isto implica no conhecimento, na profundidade e no ensinamento da palavra de Deus em nossas vidas. Querer viver uma vida de Adorador e não ter conhecimento do Deus ao qual se está adorando na intimidade é uma lacuna que precisa ser preenchida para que haja realmente o mover de Deus na adoração.

O Pai se alegra com a adoração de Seus filhos e não de quaisquer pessoas que, movidas por costumes religiosos, se comportam como escravos ajoelhados que queimam incensos e ofertam sacrifícios diante de um altar dedicado a Ele (isto às vezes faz parte do contexto de adoração bíblica, mas não é a essência da adoração). O NT ensinou que a adoração não está limitada a lugares sagrados, nem a templos religiosos, pois “Deus, que fez o mundo e tudo o que nele existe… não mora em templos feitos por seres humanos” (At 17,24).

A essência da adoração é ter a comunhão em espírito e em verdade. No diálogo com a mulher samaritana fica bem expresso isso, ao mencionar que a hora já chegou a que os verdadeiros adoradores adorarão o Pai em espírito e em verdade, ou seja, que a adoração não seria mais feita como um simples ato, um rito costumeiro, mas sim passaria a ser realizada na ação do Espírito Santo.

Outro elemento que esse texto nos traz é que a essência da adoração é a adoração procurada por Deus, não por uma necessidade divina, mas sim com o objetivo de além de permitir o Senhor gozar nosso amor e intimidade, é deixa-lO nos ver crescer como pessoas à imagem e semelhança do Seu filho. Assim, adoração é qualquer atitude amorosa que temos em relação ao Senhor. Adorar, não é essencialmente entoar músicas suaves nas reuniões de célula. A adoração, se não estiver repleta de intenções de amor, não passa de um rito vazio e estéril, um louvor da boca pra fora (cf. Is 1,11s e 29,13). O adorador precisa entender que a adoração não é uma questão de performance diante dos homens, mas de sinceridade diante de Deus.

Quando a célula valoriza a adoração, os alvos são atraídos de forma sobrenatural, sem muito esforço de nossa parte. A célula pode ser ‘expert’ em quebra-gelo, evangelismo, música e ministração da Palavra, mas, se lhe faltar a intensidade de adoração (primeiro na vida dos membros e depois na sua expressão de amor durante as reuniões), jamais cumprirá seu propósito de multiplicação, pois o sucesso depende da atitude adoradora. Quando a célula adora, seus alvos são atraídos e impactados pela presença divina (cf. 1 Cor 14,25-26).

PARA REFLETIR:

1- A sua oração na célula tem sido capaz de cumprir o propósito da adoração a Deus?

2- Este estudo te ajudou a entender qual tipo de adoração devemos prestar ao Senhor?